quarta-feira, 28 de março de 2012

atualidades

Cursos gratuitos


Education-Portal.com OpenCourseWare People's Choice Award Most Innovative Winner

A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

Membro desde julho de 2008, o FGV Online venceu, em 2011, a primeira edição do OCW People´s Choice Awards, premiação das melhores iniciativas dentro do Consórcio, na categoria de programas mais inovadores e de vanguarda.

Para ter acesso ao que o FGV Online oferece a você nesse Consórcio, veja as opções abaixo. Em caso de dúvidas, consulte a página de Dúvidas Frequentes.

domingo, 25 de março de 2012

PASSADO DOS VERBOS REGULARES EM INGLÊS

Derivando do presente simples:

Então basta sempre apenas colocar um "ed" no final de todos os verbos REGULARES na sua forma básica e pronto, virou passado?
Não exatamente, apresentamos abaixo as exceções:
a) quando o verbo acaba em "e", como é o caso do verbo "to arrive", apenas um "d", e não um "ed", deve ser colocado.
b) quando o verbo acaba em "y":
play = played (simples acréscimo de "ed", porque há um "a", uma vogal, antes do "y".
study = studied (sai o "y" e entra um "ied", porque há um "d", uma consoante, antes do "y".
c) se o verbo tiver poucas letras e tiver a formação "cvc", consoante + vogal + consoante, a última letra deve ser dobrada:
to beg = b (consoante) + e (vogal) + g (consoante) = begged (verbo implorar)
d) se o verbo tiver mais de uma sílaba e tiver a formação "cvc", só se dobra a última letra se a ênfase na pronúncia estiver na segunda sílaba:
open = 2 sílabas = pronunciado como "OUpen", ênfase na primeira sílaba, não há a duplicação do "n" = opened.
control = 2 sílabas = pronunciado como "cãnTROUL", ênfase na segunda sílaba, há a duplicação do "l" = controlled.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Hoje que a tarde é calma e o céu tranqüilo

    
Hoje que a tarde é calma e o céu tranqüilo,
E a noite chega sem que eu saiba bem,
Quero considerar-me e ver aquilo
Que sou, e o que sou o que  é que tem.
 
Olho por todo o meu passado e vejo
Que fui quem foi aquilo em torno meu,
Salvo o que o vago e incógnito desejo  
De ser eu mesmo de meu ser me deu.
 
Como a páginas  já relidas, vergo
Minha atenção sobre quem fui de mim,
E nada de verdade em mim albergo
Salvo uma ânsia sem princípio ou fim.
 
Como alguém distraído na viagem,
Segui por dois caminhos par a par
Fui com o mundo, parte da paisagem;
Comigo fui, sem ver nem recordar.
 
Chegado aqui, onde hoje estou, conheço
Que sou diverso no que informe estou.
No meu próprio caminho me atravesso.
Não conheço quem fui no que hoje sou.
 
Serei eu, porque nada é impossível,
Vários trazidos de outros mundos, e
No mesmo ponto espacial sensível
Que sou eu, sendo eu por estar aqui ?
 
Serei eu, porque todo o pensamento
Podendo conceber, bem pode ser,
Um dilatado e múrmuro momento,
De tempos-seres de quem sou o viver ?

Poesia lírica de Fernando Pessoa

Esta foi a primeira poesia de Fernando Pessoa que eu conheci, e ainda hoje é a minha favorita.

No poema de Fernando Pessoa o sujeito olha-se a si mesmo, tem de existir a memória que é o registro de momentos anteriores que permite saber que somos a mesma pessoa do dia anterior, de uma forma simples poderíamos dizer que memória é a aquisição, o armazenamento e a evocação de informações. 

A aquisição é também denominada de aprendizado. A evocação é também chamada recordação, lembrança, recuperação. A identidade também está presa á memória, e a experiência mostra-nos que o sujeito é instável.

O processo de mudança é continuo fisicamente e psiquicamente, pois o individuo nunca é igual a si próprio, está sempre num modo de desidentificação. O indivíduo é um lugar de felicidade, mas muitas vezes está num lugar de conflito e de desilusões constantes.